Autor: Louis Marcelo Illenseer sábado, 05 de julho de 2008, 18h30 Arcanjo, cruze o meu céu me jogue um copo de sonhos entorna um novo motivo clareia a contagem distante do enredo que instala nas veias corridas, correntes... Arcanjo, cruze o meu céu entenda meus prejuízos desfaz os papos furados lanhados, cortados em sons tão confusos que tocam nas rádios desintonizadas... Arcanjo, enfim, você veio tomou um mate comigoe disse: "Filho, adeus..." No próximo grenal, mais um mate, por favor!
O tempo é curto.